Juiz quer aumentar idade penal para os 18 anos
DELINQUÊNCIA JUVENIL
Informação e reflexão jurídicas
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Etiquetas: mapa judiciário
O povo admite com resignação que o poder já não reside na
lei, mas nos interesses que de facto governam, se necessário contra ela, e de
quem tem de a fazer respeitar
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Etiquetas: Justiça, Ministério das Finanças

29 Novembro - 18h00
Sede Distrital do Porto
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Etiquetas: Rui Cardoso
O julgamento do caso das contrapartidas resultantes da
compra pelo Estado português de dois submarinos alemães ao German Submarine
Consortium (GSC) começa hoje nas Varas Criminais de Lisboa, após vários
adiamentos.
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Etiquetas: Justiça

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Etiquetas: LABORINHO LÚCIO
A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, inicia hoje uma ronda de
três dias de reuniões com autarcas dos municípios em que estão previstas
alterações ao funcionamento dos tribunais no âmbito da reforma do mapa
judiciário.
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Etiquetas: Justiça

Borges de Pinho - Juiz Conselheiro Jubilado
Correio do Minho
1.No dia a dia dos portugueses, ainda que perturbado por múltiplos problemas, justificadas preocupações, algumas curiosidades, estranhos episódios e sérias e muitas dificuldades, por vezes ocorrem factos insólitos que provocam sorrisos e até gargalhadas.
E se o momento do país nem está para tal, a verdade é que há palavras e situações que nos fazem rir a bandeiras despregadas. Como as palavras e atitude do ex-PGR, o celebrado Pinto Monteiro, na hora da despedida.
Falando demais e sem pensar, aliás como sempre, referiu ele a necessidade de "despolitizar o MP", o que não teria conseguido no seu mandato. Mas para quem esteve atento ao "fenómeno" Pinto Monteiro na sua passagem pelo Palácio Duques de Palmela, ao Rato, é manifesto e de todo inquestionável ter sido ele mesmo quem mais dera o flanco nisso da "politização" dessa magistratura já que surgiu amiudadas vezes como particular e especial "avalista" de Sócrates, com os seus pontos altos nas peripécias do caso Freeport e sua investigação e nas escutas recolhidas no Face Oculta, do sucateiro.
Pretendendo sempre apresentarse como um homem isento e independente até pelas suas raízes beirãs (nunca se percebeu a valência e o porquê de tão telúrica referência), a verdade é que à surdina sempre se falou na amizade e conhecimentos de um seu irmão com o Ministro do Ambiente de então, Sócrates, devido aos problemas surgidos em Souselas e noutros locais, assim se explicando a sua indicação para a PGR.
Mas seja verdade ou uma mera e aleivosa atoarda sem fundamento, o certo é que dificilmente conseguirá libertar-se e "descolar" a sua imagem do PS, com o insólito e inaudito facto de ter sido Alberto Costa, o Ministro da Justiça desse governo, quem pessoalmente o "conduziu" (é o termo adequado!) ao Palácio dos Duques de Palmela aquando da sua entrada em funções. Como aliás não deixa de ser também muito elucidativo o facto de na recente apresentação de um seu livro terem estado presentes, e predominando, notáveis figuras e conhecidos dirigentes do PS, o que, reconheça-se, não sendo despiciendo, é incontornavelmente significativo e esclarecedor. Tal como veio a acontecer, note-se, a 27 do último mês no jantar do "adeus".
Aliás não passa despercebido nem é inocente, até pelo seu contraste com o ocorrido com Sócrates, o facto de no penúltimo (!?!) dia do seu mandato ter remetido ao STJ as escutas telefónicas de uma conversa casual de José Maria Ricciardi com Passos Coelho colhida no processo Monte Branco, cujo registo validou e encaminhou. Mas agora, sublinhe-se, não teve dúvidas e agiu com impressionante rapidez quando, "ao contrário do que sucedeu com as escutas a José Sócrates, no caso Face Oculta, desta vez o procurador responsável pela investigação, e que encaminhou a prova para Pinto Monteiro, não elaborou (sequer) qualquer participação-crime ou detalhou quais as suspeitas que motivam interesse na conversa gravada" (A Bola, 21.10.12). Estranha e curiosamente, diga-se, não houve dúvidas, hesitações ou atrasos!...
Um PGR que disse ter apenas os poderes de "uma Rainha da Inglaterra", mas a verdade é que a sua acção apenas acusou as afecções geradas por naturais inacções e inépcias, controversas decisões, falazares e posições de insensatez, aliás uma acção muito embrulhada e enredada pela perversa "corte" de colaboradores e figurantes a que não soube resistir. Tendo sido o mais politizado dos PGRs que conhecemos, as ditas palavras tão só revelam a intenção de vincar a sua particular oposição ao SMMP já que nunca se lhe viu nada que sinalizasse qualquer má vontade, discordância ou oposição à presença de elementos políticos no CSMP.
Onde, note-se, existe uma óbvia politização.
Aliás estranhamos as reservas manifestadas quanto à sua sucessora pelo facto de vir do MP, mas é de todo insólita, inábil e nada correcta tal tomada de posição em relação a um substituto no momento da saída. Tivemos uma figura controversa de um PGR por demais vulnerável às "vozes" e "cantares" da "corte" de que se rodeou, mas é forçoso dizer-se que, quem sempre viveu e sentiu o MP como a Joana, tem a virtude de conhecer as suas dificuldades e problemas e poder afirmarse pelas inteligência, integridade, competência e independência que vinha denotando na função.
2.Os "pópós" dos deputados socialistas, que não querem nem podem usar "Clios" como curiosamente deu a entender o Francisco Assis, não passaria de um pormenor irrelevante se não tivessem trazido à ribalta as mordomias e as muitas despesas dos políticos que nos vêm "comendo". Políticos apenas focados em mordomias, projecção pessoal e em manter ou alcançar o poder, mesmo o autárquico, o que tem originado dissenções, "vozes" insidiosas e até lutas "intestinas" em alguns partidos de certas localidades onde alguns "dinossauros", aliás já de suspeitosa sanidade, se vêm degladiando por causa das próximas autárquicas, reunindo, discutindo nomes e tomando posição. Vêm pontificando muitas inveja e intriga e até já se fala à surdina em certas "missas socialistas" onde marcam presença certos figurões com pretensões com vivências de proximidade e de acção num antanho não longínquo.
E por se falar no antanho, que será feito daquele professor duma escola pública que teve problemas e foi "apertado" pela direcção por causa de uma aluna filha de um então governante cuja influência e interferências originaram esse "aperto", como foi notícia na época? Tal figurão, agora com pretensões a um outro e especial poder, irá também interferir nos assuntos familiares e particulares dos locais? Há que aguardar!...
Mas quanto a interferências continua-se a discordar das frequentes intervenções, falazares e "dicas" de novos "cerejeiras" na vida política e partidária do país.
Encapotadamente ou não, parece já visualizar-se um regresso ao passado com o pulular de Januários, Martins, freires "qualquer coisa" e outros que tais a querer intervir de uma forma apaixonada e nada isenta na política do país, mostrando uma incontornável e notória partidirização nas homilias, nos altares e meios de comunicação social.
Na verdade é mister da Igreja defender o povo, combater a miséria e estar ao lado dos humildes, pobres e vítimas do poder, insurgindo-se contra as tropelias dos governos, mas há que actuar com isenção, honestidade intelectual, seriedade, sem partidarismo ou fervor activista e evitar críticas enviesadas e não isentas.
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18.11.12
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Sentir o Direito
Por: Fernanda
Palma, Professora Catedrática de Direito Penal
Os
juízes decanos espanhóis uniram-se para reivindicar nova legislação sobre o
despejo de pessoas que deixaram de poder pagar as prestações de
empréstimos para a compra de habitação.
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Etiquetas: Fernanda Palma
O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), Rui Cardoso, esclareceu, esta quarta-feira, que está a preparar um protesto juntamente com as representações da classe de outros países europeus.
21:14 - 14 de Novembro de 2012 | Por Lusa
Rui Cardoso afirmou à agência Lusa que o protesto será convocado "com a brevidade possível", mas não adiantou a data nem referiu se será antes da votação global final do Orçamento do Estado para 2013, a 27 de Novembro, na Assembleia da República.
"Está tudo a ser bem encaminhado para a realização do protesto. Em breve, conseguiremos ter mais pormenores", referiu o dirigente do SMMP, à saída de reunião com a procurador-geral da República, Joana Marques Vidal, e o vice-procurador, Adriano Fraxenet da Cunha.
Rui Cardoso lembrou que uma greve "era uma das possibilidades" abordadas na assembleia geral do SMMP de 20 de Outubro "para chamar a atenção" para os problemas dos procuradores em Portugal, entre os quais os cortes salariais num regime de exclusividade.
"O que é certo é que, em há vários países da Europa, um conjunto de magistrados vivem problemas semelhantes àqueles que vivemos em Portugal e estamos convictos de que, a um nível europeu, podemos chamar a atenção para esses problemas e conseguir forma de os superar", observou, aludindo ao dia do protesto europeu.
Embora sem revelar qualquer número, Rui Cardoso referiu que o SMMP não convocou greve para hoje, porém revelou que sabe "de alguns casos isolados de magistrados" que aderiram à paralisação geral pela CGTP, à qual aderiram movimentos sociais.
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15.11.12
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Etiquetas: Protesto
A leitura do acórdão do
julgamento do ex-administrador do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Ricardo
Campos e Cunha, acusado de peculato e falsificação de documentos, está marcada
para a manhã desta quinta-feira.
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13.11.12
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A. Marinho e Pinto
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Correio da Justiça
Por: Rui Cardoso, Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público
Ciclicamente retornam as críticas às escutas telefónicas realizadas na investigação criminal, dizendo-se um incontável número de coisas erradas. O propósito, anunciado ou oculto, é sempre o mesmo: tentar levar à redução da sua aplicabilidade.
A verdade, a que muitos são alérgicos, é que só há escutas com autorização de um juiz de instrução, e quando isso seja indispensável à obtenção de prova sobre um crime grave incluído no catálogo descrito na lei; são autorizadas por prazos definidos e submetidas a controlo judicial quinzenalmente. Só são utilizadas numa ínfima parte das investigações (menos de 1%).
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12.11.12
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Etiquetas: ALFREDO JOSÉ DE SOUSA