segunda-feira, 1 de julho de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
Magistrados discordam da extinção dos distritos judiciais
O Sindicato dos
Magistrados do Ministério Público "discorda totalmente" da proposta
do Governo de extinguir os distritos judiciais, considerando-a "uma
extinção fictícia, pois continuará a haver necessidade de existir uma
circunscrição territorial superior à das comarcas".
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A. M.
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7.3.13
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Na Abertura do Ano Judicial
Artigo 20.º, n.º 1, da Constituição da República Portuguesa
30 de Janeiro de 2012
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Simas Santos
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30.1.13
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Correio da Justiça: Estatísticas de preso
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Simas Santos
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24.12.12
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
Magistrados apresentam queixa à Comissão Europeia
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) considera o
Orçamento do Estado (OE) para 2013, aprovado esta terça-feira, "uma fonte
de desigualdade e injustiça entre os cidadãos", e vai apresentar uma
queixa formal na Comissão Europeia.
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A. M.
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27.11.12
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
JUSTIÇA À CONVERSA - D. JANUÁRIO TORGAL FERREIRA

29 Novembro - 18h00
Sede Distrital do Porto
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A. M.
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19.11.12
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Magistrados vão frequentar cursos de defesa pessoal
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) entende que os seus associados por uma questão de “prevenção”, devem ter “conhecimentos básicos de procedimentos de segurança”. Por isso, os magistrados vão frequentar um curso de defesa pessoal, conta esta quinta-feira o Diário de Notícias (DN).
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A. M.
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1.11.12
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Magistrados vão continuar a ter transporte gratuito e sindicato pede segredo
“A direcção [do SMMP] teve esta tarde a garantia da senhora Ministra da Justiça que tal norma, que não constava do projecto de proposta de lei que foi aprovado em Conselho de Ministros na manhã do dia 15 de Outubro, será retirada na Assembleia da República”, lê-se no email a que o PÚBLICO teve acesso, após uma notícia avançada pelo Jornal de Notícias. E acrescenta-se: “A senhora Ministra da Justiça reafirmou o compromisso de não existir qualquer alteração ao Estatuto do Ministério Público ou ao Estatuto dos Magistrados Judiciais na lei do Orçamento”.
A proposta do orçamento prevê a revogação de várias normas que atribuem o transporte gratuitos a várias categorias: juízes, procuradores, membros dos gabinetes do Governo, pessoal de apoio aos presidentes da câmara e vereadores, entre outros. Não se sabe se o recuo do Governo que o SMMP fala seria apenas na parte relativa aos magistrados.
O email termina pedindo aos procuradores para não falarem deste assunto na comunicação social. “Sem prejuízo de continuarmos a acompanhar atentamente os trabalhos parlamentares, será conveniente que não se discuta na comunicação social este episódio, o que poderia dificultar o recuo por parte do Governo”, aconselham.
Hoje o presidente do SMMP, Rui Cardoso, explicou que a utilização gratuita dos transportes públicos “integra o estatuto socioprofissional dos magistrados e deveria ter sido objecto de negociação colectiva imposta pela Constituição”. “Isso não houve”, assegurou na Assembleia da República, depois de ter sido ouvido na Comissão parlamentar de Direitos, Garantias e Liberdades.
Rui Cardoso insistiu que “a matéria não é qualquer privilégio”, sendo “apenas uma solução que o Estado, desde sempre, encontrou para permitir aos magistrados o cabal exercício das suas funções de forma mais barata para o Estado”. Contactado pelo PÚBLICO, nem o SMMP, nem o Ministério da Justiça fizeram qualquer comentário sobre o assunto.
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A. M.
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26.10.12
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domingo, 21 de outubro de 2012
Moçao aprovada na Assembleia-Geral de 20 de Outubro de 2012, em Coimbra
reunidos em Assembleia-Geral:
Consideram que:
1. Sob o pretexto do combate à crise, os últimos Governos têm destruído o Estado Social e a economia real, ofendendo os princípios basilares do próprio Estado de Direito democrático e violando garantias constitucionais fundamentais, nomeadamente os princípios da intangibilidade dos salários, da igualdade, da proporcionalidade, da tutela da confiança, e da progressividade e suportabilidade do imposto sobre o rendimento pessoal;
2. Como se previra e alertara, os sacrifícios exigidos aos portugueses desde 2011, particularmente aos servidores públicos, não trouxeram qualquer benefício ao país e à população em geral, continuando por resolver os problemas estruturais da economia e das finanças públicas, sendo incompreensível que o Governo insista numa receita que há dois anos se revela ineficaz;
3. A Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2013:
i. apesar de anunciar a pretensão de respeitar a decisão do Tribunal Constitucional e a Constituição, nomeadamente numa vertente de “igualdade na repartição dos encargos públicos”, e afirmando até pretender “uma sociedade com menores desigualdades e mais justa”, consubstancia-se depois numa formulação que procurará e conseguirá precisamente o contrário – maior desigualdade e injustiça, pois que tanto o diferente tratamento de pessoas com rendimentos iguais, como o sacrifício de certos rendimento para benefício dos demais, são medidas que, para além de injustas, manterão, no essencial, os critérios e iniquidades que levaram à declaração de inconstitucionalidade de algumas normas da Lei do Orçamento de 2012, acrescentando até novas formas de violação da Constituição;
ii. mantém um desproporcionado e injustificado desequilíbrio entre os sacrifícios impostos aos titulares de rendimentos do trabalho e das pensões no sector público e os do sector privado: os trabalhadores do sector público sofrerão todas as medidas que recaem sobre os trabalhadores do sector privado, a isso acrescendo a perda de um salário (um dos subsídios) e a redução do vencimento (que vem desde 2011 e se manterá em 2013), que, para os magistrados, é de 10%, o que equivale a cerca de um salário e meio, ou seja, a dimensão do seu sacrifício é o dobro da imposta ao sector privado;
4. Na Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2013:
i. quer o aumento de receita, quer a diminuição da despesa são feitas principalmente através das pessoas singulares e, dentro destas, com especial relevo para os servidores públicos;
ii. 80% da consolidação orçamental assenta no aumento de receita e desta 77% é obtida através do aumento do IRS e das prestações sociais;
iii. continuará a não haver verdadeira redução da despesa (apenas 20% da consolidação orçamental), assentando esta essencialmente na redução dos salários, suspensão de pagamento de subsídios e redução das prestações sociais (66%);
5. Devido ao seu regime legal de exclusividade, que os impede de procurar rendimentos noutras actividades, sem paralelo em qualquer outra carreira dos servidores públicos, os magistrados serão particularmente afectados por estas novas medidas, que significarão uma redução global de pelo menos 40% face aos seus salários de 2010, ou seja, um abusivo e inconstitucional confisco, agravando significativamente, muito além do tolerável, a sua situação financeira.
6. Esta drástica redução dos seus rendimentos atinge significativamente o seu estatuto socioprofissional, fomentando um estado de insegurança e de falta de confiança nas instituições, de fragilização dos fundamentos do Estado de Direito democrático e, reflexamente, afectando de forma grave os direitos dos cidadãos destinatários da justiça, como é reconhecido pelo Conselho da Europa e pela Relatora Especial das Nações Unidas para a Independência do Poder Judicial.
7. Como referem muitos economistas, perspectiva-se que estes sacrifícios sejam em vão, continuando o país com os mesmos problemas estruturais.
8. Não obstante a necessidade de reforço da solidariedade entre todos os cidadãos e sectores da sociedade, assente em medidas equitativas e proporcionais, o Governo continua a estigmatizar ostensivamente os trabalhadores do Estado, alegados beneficiários de privilégios há muito inexistentes, assim alimentando fracturas entre os sectores público e privado.
9. A situação de emergência nacional é apresentada como justificação para a violação ou compressão de direitos constitucionais de milhões de cidadãos, mas, incompreensivelmente, não é suficiente para levar o Governo a propor à Assembleia da República medidas legislativas que reduzam rentabilidades escandalosas que o Estado está a assegurar a privados em contratos ruinosos, inexplicavelmente celebrados para proveito apenas de alguns grupos económicos e bancários, ou para tributação dos rendimentos do capital em termos similares aos dos rendimentos do trabalho.
10. O Governo continua, pois, a não querer verdadeiramente respeitar a Constituição e o Tribunal Constitucional, pilares de um Estado de Direito.
11. Os magistrados do Ministério Público não estão disponíveis para assistir, resignados, ao desmembramento do Estado de Direito, à violação da Constituição e ao confisco de parte substancial dos seus rendimentos, antes estão empenhados em cumprir plenamente os deveres de cidadania que recaem sobre todos os portugueses;
12. Sendo tantas e tão fundadas as dúvidas sobre a conformidade constitucional da Lei do Orçamento do Estado, e sendo certo que os efeitos que esta venha produzir dificilmente seriam reparáveis, tal lei – a ser aprovada nos termos da proposta – só poderá entrar em vigor depois de apreciação do Tribunal Constitucional.
Pelo exposto, os magistrados do Ministério Público associados do SMMP,
reunidos em Assembleia-Geral,
deliberam o seguinte:
A. Estão solidários com todos os cidadãos, que, em Portugal e no resto da Europa, de forma responsável e no respeito das normas constitucionais e legais, se têm manifestado e continuarão a manifestar-se civicamente na defesa do Estado Social de Direito, contra práticas políticas abusivas, lesivas da democracia, comprometedoras do progresso económico e social, nomeadamente com aqueles que farão a greve de 14 de Novembro.
B. Reafirmam o seu compromisso com o propósito de, nas suas diferentes áreas de intervenção, em especial nas sociais, terem um empenho redobrado para que a Justiça funcione com maior qualidade e celeridade, assim dando efectividade prática aos direitos consagrados na Constituição e na Lei;
C. Mandatam a Direcção para:
a. reagir judicialmente contra todas as medidas orçamentais que se afigurem desconformes à Constituição e à Lei, afirmando a sua confiança no funcionamento dos tribunais;
b. denunciar ao Conselho da Europa e à Relatora Especial das Nações Unidas para a Independência do Poder Judicial a situação dos magistrados portugueses;
c. impulsionar junto das organizações europeias representativas dos magistrados do Ministério Público e magistrados judiciais a realização de formas de protesto concertadas ao nível europeu contra todas as políticas dos diversos Estados que diminuam ou condicionem as garantias da independência do poder judicial;
d. apelar a Sua Excelência o Presidente da República que suscite a apreciação preventiva da constitucionalidade da Lei do Orçamento do Estado de 2013, impedindo que a mesma produza quaisquer efeitos – que sempre seriam irreparáveis para aqueles por ela lesados – antes de haver certeza de ser conforme à Constituição;
e. por si só ou, preferencialmente, em coordenação com outras estruturas representativas do sector (juízes, oficiais de justiça e outros operadores judiciários), nacionais e internacionais, que nisso manifestem disponibilidade e interesse, para promover quaisquer outras reacções, incluindo a greve, que, salvaguardando a imagem pública dos magistrados, se afigurem adequadas à defesa do Estado Social de Direito e das garantias constitucionais e de direito internacional fundamentais.
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21.10.12
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Nova PGR deve pôr combate ao crime económico-financeiro "como prioridade"
“O grande desafio da actual Procuradora-Geral da República é levar o Ministério Público a assumir com coragem todas as suas funções. Assumir que o combate à criminalidade económico-financeira é uma prioridade”, defende.
Em seu entender, o antigo ocupante do cargo, Pinto Monteiro, pouco ou nada fez para proteger o segredo de justiça.
“Pinto Monteiro várias vezes falou nesse problema, mas nunca instituiu qualquer procedimento para conferir uma acrescida protecção ao segredo de justiça. Limitou-se a falar na comunicação social”, afirma.
O magistrado Rui Cardoso considera ainda que o combate ao crime económico passa pela prevenção, e por isso aconselha o acompanhamento das privatizações em curso.
O programa “Em Nome da Lei”, que pode ouvir na Renascença aos sábados entre as 12h00 e as 13h00 (e que está sempre disponível no site), debateu hoje as funções e acções do órgão que dirige a investigação criminal em Portugal.
A ministra da Justiça diz ser necessário recuperar a alma do Ministério Público e o Presidente da República já apelou a mais rigor e discrição na sua actuação.
À conversa com a jornalista Marina Pimentel estiveram hoje o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Rui Cardoso, e José António Barradas Leitão, membro do Conselho Superior do Ministério Público, órgão disciplinar dos procuradores, para o qual foi indicado pela ministra Paula Teixeira da Cruz.
Aos convidados juntaram-se os elementos do painel habitual: o juiz-desembargador Eurico Reis e o advogado, professor e advogado Luís Fábrica.
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21.10.12
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sábado, 13 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Magistrados pedem a Cavaco apreciação do Orçamento
Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) solicitou hoje ao Presidente da República a apreciação preventiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado para 2013, pela "maior desigualdade e injustiça" que trarão as novas propostas do Governo.
23:25 Quinta feira, 4 de outubro de 2012
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"Tratam de forma diferente pessoas com rendimentos iguais"
Magistrados "particularmente afetados"
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Recusa de depoimento
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16.7.12
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sábado, 16 de junho de 2012
"Dificilmente" o próximo PGR será alguém fora do MP
por Lusa Hoje
O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) afirmou hoje que "dificilmente" o próximo Procurador-Geral da República poderá ser alguém fora do Ministério Público.
A ministra da Justiça defendeu, em entrevista à agência Lusa, que o próximo Procurador-Geral da República terá de ser alguém "que ame o Ministério Público", que lute pela sua dignificação, rejeitando a ideia de que tenha necessariamente que ser um procurador.
Ressalvando que ainda não teve conhecimento das declarações de Paula Teixeira da Cruz, o presidente do SMMP afirmou que o sindicato mantém a sua posição quanto ao perfil do Procurador-Geral da República (PGR).
"O sindicato também nunca disse que só poderia ser um magistrado do Ministério Público. O que disse foi que as características que o próximo Procurador-Geral da República deveria ter dificilmente poderia ser alguém que não fosse do Ministério Público", justificou à Lusa Rui Cardoso.
Paula Teixeira da Cruz revelou que desejava que o substituto de Pinto Monteiro, que é juiz de carreira e vai deixar o cargo em outubro, fosse "alguém que amasse o Ministério Público em tudo o que isso significa", que ajude a dotar esta magistratura "de maior independência e maior autonomia".
"Não tem necessariamente que ser alguém dentro da casa", precisou Paula Teixeira da Cruz, acrescentando que a pessoa escolhida tem apenas de ser alguém que "entenda, compreenda e que lute pela dignificação".
A esse propósito, disse entender quem "num país onde tem havido uma cultura de grande impunidade, o Ministério Público seja muito mal-amado".
Sindicato dos Magistrados do Ministério Público
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Pinto Nogueira: próximo PGR deve vir da sociedade civil
Pinto Nogueira: próximo PGR deve vir da sociedade civil
O antigo procurador distrital do Porto acusa o Sindicato dos
Magistrados do Ministério Público de estalinismo e defende que o novo
PGR deve vir da sociedade civil.
Um dia depois de terminar o mandato como Procurador distrital do Porto,
Alberto Pinto Nogueira reafirma que foi saneado e atribui a
responsabilidade ao Sindicato dos Magistrados do Ministério Público
(SMMP).
«Foi uma conspiração silenciosa», diz Pinto Nogueira, que acusa os elementos do SMMP de serem «parvos» e “estalinistas”.
Relativamente às denunciadas falhas de segurança e higiene no edifício
do DIAP do Porto, Pinto Nogueira resume acusa o ministério da justiça de
«falta de interesse», acrescentando que «ninguém liga puto ao norte».
Sobre o Procurador geral da república (PGR), o magistrado reitera que
Pinto Monteiro não respeita a autonomia das procuradorias e defende
mesmo que o sucessor do PGR devia ser alguém proveniente da sociedade
civil e não do Ministério Público.
TSF 2012-06-04
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quarta-feira, 16 de maio de 2012
"Muito positivas" alterações ao Código do Processo Penal
por Lusa Hoje
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sábado, 5 de maio de 2012
Sindicato do Ministério Público lamenta que Pinto Nogueira recuse aceitar deliberação democrática
Rui Cardoso reagia à mensagem que Pinto Nogueira enviou aos magistrados do distrito a propósito da decisão do Conselho Superior do Ministério Público de chumbar, por maioria (nove votos contra seis), a sua recondução no cargo.
Nessa mensagem, o procurador-geral distrital do Porto observa que “o poder, seja lá de que natureza for, persegue e odeia os homens livres, mas favorece, protege e promove os medíocres e os sabujadores”, e diz saber que os quatro representantes do sindicato votaram contra a sua recondução, ao lado de representantes do poder político e do procurador-geral distrital de Coimbra.
SMMP diz que não tem representantes no Conselho Superior
Perante esta posição de Pinto Nogueira, o SMMP contrapõe que “não tem representantes no Conselho Superior”, notando que há sete magistrados que “representam os magistrados do MP”, pois “por eles foram eleitos e perante eles respondem”.
O sindicato salienta ainda que “é totalmente alheio a qualquer deliberação do CSMP”, órgão presidido pelo Procurador-geral da República.
A propósito da polémica agora suscitada, Rui Cardoso acentua que o SMMP “assume, com a tranquilidade de quem age em obediência aos seus princípios, as criticas, positivas e negativas, que ao longo dos anos tem feito, dentro e fora do MP”, e que o sindicato tem “orgulho nas inúmeras propostas que regularmente tem apresentado publicamente para melhorar o Direito, o sistema de justiça em geral e o MP em particular”.
Tais propostas, lembrou, sempre foram remetidas ao conselho, bem como a Pinto Nogueira.
Na mensagem dirigida aos colegas de distrito, Pinto Nogueira alerta que o CSMP, na deliberação tomada esta semana, não discutiu nem apresentou qualquer justificação para chumbar a sua nova comissão de serviço no cargo, após ter exercido funções na magistratura durante 42 anos.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
Discurso de Tomada de Posse (Sindicato dos Magistrados do Ministério Público)
A grande questão que agora se nos coloca é: o que é que os magistrados do Ministério Público esperam do seu sindicato? Que esperam de nós, de mim, aqueles que nos honraram - e responsabilizaram - com a maior votação de sempre?
É o que faremos.
É o que farei.
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19.4.12
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Sindicato dos Magistrados do Ministério Público
Rui Cardoso tomou posse no sindicato
Tomou ontem posse o novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) com duras críticas ao Parlamento pelo modo como escolhe os juizes para o Tribunal Constitucional. Rui Cardoso, 41 anos, o mais novo presidente do SMMP, substituindo João Palma, apelou para que sejam nomeadas pessoas com probidade e integridade acima de qualquer suspeita de forma a que o TC tome decisões com critérios apenas jurídicos e não outros, nomeadamente políticos. Rui Cardoso lembrou que, em dois anos, os magistrados do MP viram reduzidos os seus rendimentos provenientes do trabalho em cerca de 30%, observando que “aquilo que se afirmava temporário vai agora despudoradamente sendo apresentado como definitivo”, considerando ser uma violação dos princípios constitucionais. “Que fora agora o Tribunal Constitucional? Assumir-se-á como verdadeiro tribunal? Defenderá a Constituição? Ou tudo relativizará?, questionou, enfatizando que o MP “deverá ser firme na defesa dos princípios e direitos constitucionalmente consagrados”.
Diário de Notícias 2012-04-19
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Simas Santos
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19.4.12
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