quinta-feira, 4 de abril de 2013
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Exemplo autárquico
Segunda
Opinião
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A. M.
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8.11.12
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Ouvir o povo
Segunda Opinião
Por: Rui Pereira, Professor Universitário
Naquilo que poderemos considerar uma conversa de surdos (sem ofensa para os surdos, que dominam a língua gestual), os mais incondicionais adeptos do Governo escolhem a perspectiva contrária. O problema não estará no ouvir, mas sim no falar. O Governo terá cometido "erros de comunicação", ao anunciar a redução da taxa social única dos patrões à custa da redução dos salários dos trabalhadores ou, em trato sucessivo e alternativo, o "enorme" aumento da carga fiscal. Afinal, a política seria correcta, mas mal explicada e pior "compreendida".
A ideia de culpabilizar a comunicação para salvar a política é errada. Na verdade, a comunicação nem sequer poderia ter sido melhor. Todos ficámos cientes de que se projectava uma transferência de recursos dos trabalhadores para os empregadores no caso da TSU e que a classe média vai passar a ser classificada como muito rica para poder ser transformada em muito pobre, devido ao agravamento fiscal. O ministro das Finanças compensa o defeito de se enganar nas previsões com a virtude de transmitir com a clareza do bom professor as piores notícias.
O erro reside mesmo na política. A austeridade pode ser obrigatória, mas a sua concretização tem de respeitar duas regras: distribuir os sacrifícios com equidade e, de entre as alternativas possíveis, optar sempre pelas que mais favoreçam o crescimento económico, tendo em vista a distribuição de riqueza. Discriminar continuamente os trabalhadores (e, em especial, os funcionários públicos) contraria a primeira regra e a própria Constituição. E aprovar medidas fiscais cujo único efeito visível é perpetuar a recessão viola, sem dúvida, a segunda.
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18.10.12
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
À beira do abismo
Um conflito entre Israel e o Irão teria consequências irreparáveis para todos nós.
Por:Rui Pereira, Professor Universitário
Estou convencido de que a História irá recordar a segunda metade do século XX como um período de apogeu artístico, cultural e científico só comparável ao Renascimento. No domínio científico, merecem menção, entre outros feitos, a conquista espacial e a energia nuclear. Estas descobertas apresentam um importante traço comum: podem salvar ou condenar a Humanidade no seu todo. A conquista espacial pode dar aos seres humanos um lar alternativo no caso de a Terra colapsar, e a energia nuclear pode destruir por completo a vida no nosso planeta.
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4.10.12
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Portugal olímpico
Por: Rui Pereira, Professor Universitário Os Jogos Olímpicos estiveram associados, desde a sua criação – que, segundo se crê, remonta a 776 antes de Cristo –, a duas ideias basilares: a superação dos limites humanos, com aproximação à capacidade dos deuses, e a trégua, com competição pacífica, entre Estados rivais. Em finais do século XIX, os Jogos Olímpicos da era moderna retomaram esta boa tradição. O Barão Pierre de Coubertin, principal impulsionador do Comité Olímpico Internacional, teve um papel determinante na implantação da cultura de desportivismo moderna.Porém, vários Jogos foram manchados por incidentes, boicotes e atentados, comprovando-se que o desporto é permeável à política e até funciona como seu barómetro. Nos Jogos de 1936, em Berlim, Hitler quis demonstrar a superioridade da ‘raça ariana’ e não escondeu a azia perante a vitória de Jesse Owens. Durante décadas, as olimpíadas serviram de palco privilegiado à guerra fria. Nos Jogos de 1972, em Munique, o terrorismo estreou-se com o assassínio de onze atletas israelitas. Moscovo (1980) e Los Angeles (1984) sofreram boicotes políticos.Em termos políticos, o que se tem tornado mais visível nos últimos Jogos, com Londres a confirmar o que já entrevíramos em Pequim, é a tendência para a subida dos BRICS – em especial, da China – no ranking das medalhas, por troca com alguns países do antigo bloco de Leste. O crescimento económico revela-se uma chave para o sucesso desportivo. A confirmar-se esta tendência, Brasil, África do Sul e Índia converter-se-ão, num futuro próximo, em grandes potências olímpicas e a Rússia deverá recuperar algum do terreno perdido desde a queda do muro.E Portugal? Estreámo-nos, em 1924, com uma medalha na equitação e picámos o ponto na esgrima, na vela, no tiro e, mais recentemente, no judo, no triatlo e no ciclismo. O nosso ponto forte já foi o atletismo, em que atingimos o ouro por quatro vezes, graças a alguns atletas e treinadores de excepção. De Londres chegam na melhor hora os brilhantes resultados na canoagem. Mas, no fim, o mais importante será aproveitar os Jogos Olímpicos para compreender o que tem corrido melhor e o que tem falhado no nosso desporto, desde a escola até à alta competição.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
A culpa dos pais
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14.6.12
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Uma ou mais polícias?
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A. M.
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5.4.12
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